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domingo, 31 de janeiro de 2016

                      
                                 
     Há menos de 15 dias à frente do Comando da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, o coronel  Dancleiton Pereira Leite anuncia em entrevista à Tribuna do Norte. “Não tenho pretensão de ficar muito tempo. Eu quero ficar só o tempo necessário. Há tempo de chegar e há tempo de sair”.
    Invocando a sabedoria divina através da leitura diária da Bíblia, item indispensável em seu birô, o coronel com experiência de quase 30 anos na corporação avalia problemas, aponta soluções e promete devolver a sensação de segurança ao cidadão comum. Ele, enquanto cidadão, se diz seguro no estado potiguar. Sobre a saída do coronel Ângelo do Comando Geral, ele afirma que é uma situação passada e que houve certo “exagero”.
    Quanto ao anunciado e aguardado concurso, quantas vagas serão oferecidas?
    Foi feito um levantamento. Serão duas mil vagas para concurso na Policia Militar. Para todos os quadros: soldado, oficial e também na área de saúde, que é muito importante ter o hospital funcionando para dar suporte ao policial militar.
Quando será aberto?
     O Governo tem anunciado que sim, está se esforçando para que esse ano, ainda, seja aberto esse concurso. E a gente está ansioso esperando.

Fonte: Robison Pires Via Sociedade Ativa


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Missa em acão de graça aos 7 anos de jornada cristã do terço dos homens

    Neste sábado 16 de janeiro de 2016, foi celebrada uma missa em ação de graça aos 7 anos de fé cristã  do terço dos homens na capela de São João Batista em Caiçara.


Veja foto:   












                        







terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Raquel Santos morreu após dois procedimentos estéticos.
Viúvo disse que mulher injetava estimulante usado em cavalos.
                         
    A modelo Raquel Santos, de 28 anos, candidata a Musa Brasil, morreu nesta segunda-feira (11) após realizar dois procedimentos estéticos na clínica Vagner Morais, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Durante o velório, nesta terça-feira (12), em São Gonçalo, também na Região Metropolitana, o viúvo, Gilberto Azevedo, disse ela estava fazendo preenchimento nos glúteos e no rosto e passou mal durante o processo.
   "Ela era fascinada por isso, carnaval, malhar, essas coisas. E ela queria sempre mais. Eu achava que ela, feia ou bonita, era ótima. Mas ela queria sempre mais, sem necessidade", lamentou. Ela fumava muito e injetava Potenay [estimulante usado em cavalos] nas pernas antes de malhar", afirmou o marido. "Não sabemos se isso pode ter contribuído para o que aconteceu. Ainda não sabemos se vamos processar a clínica. Não vai trazer ela de volta", disse Gilberto, muito emocionado.
    O médico responsável pelo preenchimento feito nesta segunda, Wagner Moraes, afirmou que o procedimento realizado é simples, foi concluído em dois minutos e não foi o responsável pela morte da musa.
"O grande problema é que ela teve um comprometimento de saúde. Ela aplicava na coxa uma substância chamada Potenay e ela usava o produto diariamente, fez uso ontem [segunda]. O marido dela contou que ela fumava três maços de cigarro por dia", contou, afirmando ainda que a substância usada, o ácido hialurônico, não oferece riscos à saúde.
   Segundo especialistas, o Potenay é utilizado inadequadamente para o ganho de músculos e muito requisitada por frequentadores de academias. De acordo com veterinários, a utilização continuada pelo ser humano tem conseqüências como derrame cerebral ou parada cardíaca por eleveção de pressão sanguínea.
Raquel deixou dois filhos. Um de 8 anos, que teve com Gilberto, e outro de 12 anos, de um relacionamento anterior. "Era uma pessoa muito alegre, muito amiga e cheia de sonhos. Ela queria cada vez mais ser modelo, excelente mãe", lamentou Gilberto.

Fonte: Henriqwue Coelho - http://g1.globo.com/
Foto: Musa do Brasil  - Divulgação


                                            

   É um fato concreto que o país inteiro está sofrendo com o alastramento da grave crise econômica. Só um alienado não consegue enxergar isso. Também é certo que todas as esferas da sociedade estão sendo atingidas com o chamado "efeito dominó". Portanto, diante deste quadro só restam duas alternativas: entregar-se às intempéries ou procurar mecanismos de superação ante a recessão.

   Neste contexto, estão inseridos os governantes, os grandes e pequenos empresários, os profissionais liberais, autônomos e a massa em geral. Todos estão padecendo   com o mesmo problema. A diferença está na reação de cada um diante do quadro pessimista.

    Na seara política, os que necessitam reagir rapidamente diante do "monstro da crise" são os prefeitos que, em ano eleitoral, não poderão mais se dar mais ao luxo de apenas murmurar sobre a falta de verbas federais ou dificuldades orçamentárias sem apresentar à população ao menos uma fórmula de contornar toda essa problemática, sob pena de comprometerem os seus próprios projetos de renovação de mandatos.

    O discurso da paciência, da tolerância e da espera não se aplica mais após três anos de uma ladainha interminável de "época das vacas magras", e por um motivo óbvio: o povo não elege um governante para que ele fique apenas ostentando poder com a força do cargo ou deleitando-se em projetos meramente fisiologistas. Não, pelo contrário!

    Os gestores necessitam mostrar resiliência (habilidade de se adaptar com facilidade às intempéries) na condução da máquina pública e, urgentemente, apresentar uma agenda positiva de trabalho, caso contrário, podem começar a dizer adeus à reeleição.

   Insistir no discurso do "falta tudo" diante da impaciência popular é um verdadeiro "tiro no pé".

Senhores, por favor, mudem esse discurso enfadonho. Sim?

Não? Então "pega o boné" e saia! O povo agradece.



                   
   O Legislativo poderá criar o Fundo de Atendimento às Situações de Emergência e de Calamidade Pública Decorrentes de Secas (Fasec) para enfrentar a estiagem que historicamente sacrifica o Nordeste. A iniciativa é do senador José Agripino (DEM-RN), segundo o qual mais de mil municípios e 22 milhões de pessoas foram afetadas pela última seca a atingir a região, causando perdas na lavoura estimadas em R$ 3,6 bilhões.

   O projeto (PLS 791/2015) cria o fundo no âmbito do Poder Executivo federal, determinando que ele seja gerido por um conselho deliberativo com apoio técnico e administrativo do órgão que executa a Política Nacional de Defesa Civil. O conselho deliberativo terá também representantes do Senado, da Câmara, dos estados e municípios.

   Se aprovado, o Fasec será um fundo de natureza contábil, com prazo indeterminado de duração, e funcionará sob as formas de apoio a fundo perdido ou de empréstimos reembolsáveis. Ele será constituído com recursos do Tesouro Nacional, doações, legados, subvenções e auxílios de entidades de qualquer natureza, inclusive de organismos internacionais, além da reversão de saldos anuais não aplicados e de outras fontes. 

  De acordo com José Agripino, a iniciativa tem por objetivo criar condições para fornecer auxílio aos municípios, permitindo que ações emergenciais de combate aos efeitos da seca e a ajuda às populações atingidas pela estiagem ocorram de maneira mais ágil.  

"Os recursos do fundo são importantes porque as ações emergenciais de combate à seca são financiadas, em grande parte, por meio de medidas provisórias. Os governos locais ficam dependentes da disponibilidade de recursos e da burocracia do governo central. A criação do fundo poderia dar a oportunidade de planejamento aos municípios para combater a estiagem", diz ainda o senador, na justificação do projeto.

  O texto de Agripino ainda se encontra na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), à espera da designação de relator. De lá, seguirá para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde será votado em decisão terminativa.