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Há menos de 15 dias à frente do Comando
da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, o coronel Dancleiton Pereira Leite anuncia em
entrevista à Tribuna do Norte. “Não tenho pretensão de ficar muito tempo. Eu
quero ficar só o tempo necessário. Há tempo de chegar e há tempo de sair”.
Invocando a sabedoria divina através da
leitura diária da Bíblia, item indispensável em seu birô, o coronel com
experiência de quase 30 anos na corporação avalia problemas, aponta soluções
e promete devolver a sensação de segurança ao cidadão comum. Ele, enquanto
cidadão, se diz seguro no estado potiguar. Sobre a saída do coronel Ângelo do
Comando Geral, ele afirma que é uma situação passada e que houve certo
“exagero”.
Quanto ao anunciado e aguardado concurso,
quantas vagas serão oferecidas?
Foi feito um levantamento. Serão duas mil
vagas para concurso na Policia Militar. Para todos os quadros: soldado,
oficial e também na área de saúde, que é muito importante ter o hospital
funcionando para dar suporte ao policial militar.
Quando será aberto?
O Governo tem anunciado que sim, está se
esforçando para que esse ano, ainda, seja aberto esse concurso. E a gente
está ansioso esperando.
Fonte: Robison Pires Via
Sociedade Ativa
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domingo, 31 de janeiro de 2016
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Raquel Santos morreu após
dois procedimentos estéticos.
Viúvo disse que mulher injetava estimulante usado em cavalos.
Viúvo disse que mulher injetava estimulante usado em cavalos.

A modelo Raquel Santos, de 28 anos, candidata
a Musa Brasil, morreu nesta segunda-feira (11) após realizar dois procedimentos
estéticos na clínica Vagner Morais, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.
Durante o velório, nesta terça-feira (12), em São Gonçalo, também na Região
Metropolitana, o viúvo, Gilberto Azevedo, disse ela estava fazendo
preenchimento nos glúteos e no rosto e passou mal durante o processo.
"Ela era fascinada por isso, carnaval,
malhar, essas coisas. E ela queria sempre mais. Eu achava que ela, feia ou
bonita, era ótima. Mas ela queria sempre mais, sem necessidade", lamentou.
Ela fumava muito e injetava Potenay [estimulante usado em cavalos] nas pernas
antes de malhar", afirmou o marido. "Não sabemos se isso pode ter
contribuído para o que aconteceu. Ainda não sabemos se vamos processar a
clínica. Não vai trazer ela de volta", disse Gilberto, muito emocionado.
O médico responsável pelo preenchimento
feito nesta segunda, Wagner Moraes, afirmou que o procedimento realizado é
simples, foi concluído em dois minutos e não foi o responsável pela morte da
musa.
"O grande problema é
que ela teve um comprometimento de saúde. Ela aplicava na coxa uma substância
chamada Potenay e ela usava o produto diariamente, fez uso ontem [segunda]. O
marido dela contou que ela fumava três maços de cigarro por dia", contou,
afirmando ainda que a substância usada, o ácido hialurônico, não oferece riscos
à saúde.
Segundo especialistas, o Potenay é utilizado
inadequadamente para o ganho de músculos e muito requisitada por frequentadores
de academias. De acordo com veterinários, a utilização continuada pelo ser
humano tem conseqüências como derrame cerebral ou parada cardíaca por eleveção
de pressão sanguínea.
Raquel deixou dois filhos.
Um de 8 anos, que teve com Gilberto, e outro de 12 anos, de um relacionamento
anterior. "Era uma pessoa muito alegre, muito amiga e cheia de sonhos. Ela
queria cada vez mais ser modelo, excelente mãe", lamentou Gilberto.
Fonte: Henriqwue Coelho
- http://g1.globo.com/
Foto: Musa do Brasil
- Divulgação

É um fato concreto que o país
inteiro está sofrendo com o alastramento da grave crise econômica. Só um
alienado não consegue enxergar isso. Também é certo que todas as esferas da
sociedade estão sendo atingidas com o chamado "efeito dominó". Portanto,
diante deste quadro só restam duas alternativas: entregar-se às intempéries ou
procurar mecanismos de superação ante a recessão.
Neste contexto, estão inseridos
os governantes, os grandes e pequenos empresários, os profissionais liberais,
autônomos e a massa em geral. Todos estão padecendo com o mesmo problema. A diferença está na
reação de cada um diante do quadro pessimista.
Na seara política, os que
necessitam reagir rapidamente diante do "monstro da crise" são os
prefeitos que, em ano eleitoral, não poderão mais se dar mais ao luxo de apenas
murmurar sobre a falta de verbas federais ou dificuldades orçamentárias sem
apresentar à população ao menos uma fórmula de contornar toda essa
problemática, sob pena de comprometerem os seus próprios projetos de renovação
de mandatos.
O discurso da paciência, da
tolerância e da espera não se aplica mais após três anos de uma ladainha
interminável de "época das vacas magras", e por um motivo óbvio: o
povo não elege um governante para que ele fique apenas ostentando poder com a
força do cargo ou deleitando-se em projetos meramente fisiologistas. Não, pelo
contrário!
Os gestores necessitam mostrar
resiliência (habilidade de se adaptar com facilidade às intempéries) na
condução da máquina pública e, urgentemente, apresentar uma agenda positiva de
trabalho, caso contrário, podem começar a dizer adeus à reeleição.
Insistir no discurso do
"falta tudo" diante da impaciência popular é um verdadeiro "tiro
no pé".
Senhores, por favor, mudem esse discurso enfadonho. Sim?
Não? Então "pega o boné" e saia! O povo agradece.

O Legislativo poderá criar o Fundo de
Atendimento às Situações de Emergência e de Calamidade Pública Decorrentes de
Secas (Fasec) para enfrentar a estiagem que historicamente sacrifica o
Nordeste. A iniciativa é do senador José Agripino (DEM-RN), segundo o qual mais
de mil municípios e 22 milhões de pessoas foram afetadas pela última seca a
atingir a região, causando perdas na lavoura estimadas em R$ 3,6 bilhões.
O projeto (PLS 791/2015) cria o fundo no âmbito do Poder Executivo federal, determinando que ele seja gerido por um conselho deliberativo com apoio técnico e administrativo do órgão que executa a Política Nacional de Defesa Civil. O conselho deliberativo terá também representantes do Senado, da Câmara, dos estados e municípios.
Se aprovado, o Fasec será um fundo de natureza contábil, com prazo indeterminado de duração, e funcionará sob as formas de apoio a fundo perdido ou de empréstimos reembolsáveis. Ele será constituído com recursos do Tesouro Nacional, doações, legados, subvenções e auxílios de entidades de qualquer natureza, inclusive de organismos internacionais, além da reversão de saldos anuais não aplicados e de outras fontes.
O projeto (PLS 791/2015) cria o fundo no âmbito do Poder Executivo federal, determinando que ele seja gerido por um conselho deliberativo com apoio técnico e administrativo do órgão que executa a Política Nacional de Defesa Civil. O conselho deliberativo terá também representantes do Senado, da Câmara, dos estados e municípios.
Se aprovado, o Fasec será um fundo de natureza contábil, com prazo indeterminado de duração, e funcionará sob as formas de apoio a fundo perdido ou de empréstimos reembolsáveis. Ele será constituído com recursos do Tesouro Nacional, doações, legados, subvenções e auxílios de entidades de qualquer natureza, inclusive de organismos internacionais, além da reversão de saldos anuais não aplicados e de outras fontes.
De acordo com José Agripino, a iniciativa tem por objetivo criar condições para fornecer auxílio aos municípios, permitindo que ações emergenciais de combate aos efeitos da seca e a ajuda às populações atingidas pela estiagem ocorram de maneira mais ágil.
"Os recursos do fundo
são importantes porque as ações emergenciais de combate à seca são financiadas,
em grande parte, por meio de medidas provisórias. Os governos locais ficam
dependentes da disponibilidade de recursos e da burocracia do governo central.
A criação do fundo poderia dar a oportunidade de planejamento aos municípios
para combater a estiagem", diz ainda o senador, na justificação do
projeto.
O texto de Agripino ainda se encontra na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), à espera da designação de relator. De lá, seguirá para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde será votado em decisão terminativa.
O texto de Agripino ainda se encontra na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), à espera da designação de relator. De lá, seguirá para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde será votado em decisão terminativa.
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