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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019


Igarn, Defesa Civil e UFRN testam nova tecnologia de inspeção de barragens
Utilização do método é uma parceria firmada entre o Governo do Estado e a Universidade.
30/01/2019

                                           Técnicos vistoriaram a barragem Passagem das Traíras e pretendem ir aos outros reservatório do Rio Grande do Norte — Foto: Divulgação/Igarn
   Técnicos vistoriaram a barragem Passagem das Traíras e pretendem  ir aos outros reservatório do Rio Grande do Norte — Foto: Divulgação/Igarn
   Uma nova tecnologia de detecção de fissuras será usado nas barragens do Rio Grande do Norte, para identificar as rachaduras que estão embaixo do solo ou as presentes nos próprios reservatórios, mas que não podem ser vistas em inspeções visuais. A utilização do método é uma parceria firmada entre o Governo do Estado e a UFRN.
  A cooperação está sendo firmada entre o Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), a Defesa Civil e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, por meio do Departamento de Geofísica.
   A análise geológica será fornecida pelo próprio departamento, além da utilização de sensores sismográficos, registradores digitais e antenas de GPS, que permitem a otimização dos serviços de inspeção de barragens.
   Nesta quarta-feira (30) foi organizada uma visita à barragem de Campo Grande, localizada em São Paulo do Potengi, em que representantes do Igarn, Defesa Civil e UFRN discutiram e avaliaram a utilização dos equipamentos no reservatório como uma fase de testes.
Posteriormente, segundo o Igarn, serão visitadas as barragens públicas de Passagem das Traíras (em São José do Seridó), Gargalheiras (Acari) e Calabouço (Passa e Fica), e as particulares, Barbosa de Baixo (Caicó) e Riacho do Meio (Equador).
 O Instituto de Águas afirma que o estudo visa a garantir a otimização das vistorias nos reservatórios potiguares e possibilitar o monitoramento remoto dos mananciais. O objetivo é que, em um segundo momento, todos os reservatórios ou outras construções no Rio Grande do Norte que possam oferecer algum risco de desastre possam ser mapeados.

FONTE: G1 RN

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