
Vereador foi preso em seu
supermercado e material apreendido foi levado para a Delegacia de Jandaia
(Foto: Divulgação/Polícia Militar)
O vereador Edimar José de
Oliveira (PMDB), de Jandaia, no sul de Goiás, foi preso com mais de duas
mil munições em condições irregulares em seu supermercado, no município que
representa. Segundo a polícia, ele não tinha o porte do armamento e parte
dele era de uso restrito. O material foi localizado pela Polícia Militar após
uma denúncia anônima.
A prisão aconteceu na sexta-feira (8). Poucas horas antes, o cunhado do vereador, Reginaldo Alves Souza, que trabalha na Câmara Municipal como operador de máquinas, também foi detido. Na casa dele, a PM encontrou quatro espingardas de calibres diferentes - todas de uso restrito - além de munição e uma arma de pressão.
Tanto o vereador, como o seu cunhado não tinham a documentação regulamentar do material. O G1 entrou em contato com o advogado dos suspeitos, mas ele não atendeu às ligações.
Segundo o escrivão da Delegacia de Jandaia, Luizmar Martins Arruda, os dois suspeitos prestaram depoimento, mas usaram o direito de permanecer em silêncio e só se manifestarem em juízo.
Após o flagrante, os dois foram levados para a Cadeia Pública de Jandaia, onde foram autuados pelos crimes de posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, ambos previstos pelo Estatuto do Desarmamento. Se forem condenados, eles podem pegar de um a seis anos de prisão.
A prisão aconteceu na sexta-feira (8). Poucas horas antes, o cunhado do vereador, Reginaldo Alves Souza, que trabalha na Câmara Municipal como operador de máquinas, também foi detido. Na casa dele, a PM encontrou quatro espingardas de calibres diferentes - todas de uso restrito - além de munição e uma arma de pressão.
Tanto o vereador, como o seu cunhado não tinham a documentação regulamentar do material. O G1 entrou em contato com o advogado dos suspeitos, mas ele não atendeu às ligações.
Segundo o escrivão da Delegacia de Jandaia, Luizmar Martins Arruda, os dois suspeitos prestaram depoimento, mas usaram o direito de permanecer em silêncio e só se manifestarem em juízo.
Após o flagrante, os dois foram levados para a Cadeia Pública de Jandaia, onde foram autuados pelos crimes de posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, ambos previstos pelo Estatuto do Desarmamento. Se forem condenados, eles podem pegar de um a seis anos de prisão.
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